Acabo de achar um pedaço de papel com o que poderia ter sido a estrofe inicial para o cordel "Santos Dumont do Brasil". Por curiosidade, aqui vai:
A virtude da promessa
é pôr vida em movimento.
Muitas vezes criadores,
homens de grande talento,
prometem para si mesmos
construir um novo invento.
(...)
No cordel, acabei substituindo essa estrofe por:
Das riquezas brasileiras,
a maior é sua gente:
quando inventa, um brasileiro
faz melhor, faz diferente
na terra como no céu
e no frio como no quente.
(...)
Criados por Paulo Barja, os "cordéis joseenses" tratam de histórias e temas diversos, como educação ambiental, política e saúde, incluindo adivinhas e fábulas para crianças de todas as idades. Compostos nas várias formas poéticas do cordel, os folhetos tem por base a mesma proposta: são textos curtos, escritos em linguagem simples, visando uma leitura em voz alta que fale direto ao ouvinte.
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