Criados por Paulo Barja, os "cordéis joseenses" tratam de histórias e temas diversos, como educação ambiental, política e saúde, incluindo adivinhas e fábulas para crianças de todas as idades. Compostos nas várias formas poéticas do cordel, os folhetos tem por base a mesma proposta: são textos curtos, escritos em linguagem simples, visando uma leitura em voz alta que fale direto ao ouvinte.
sábado, 31 de julho de 2010
Cartão do cordel "Cabeça de Cuia"
Quem me conhece sabe do impacto afetivo que o contato com a cidade e o povo de Teresina teve em mim - segue aqui a imagem de um cartão composto a partir do cordel "Cabeça de Cuia", feito em 2009 na volta da viagem que fiz pra lá:
Velho cordel novo
Empreitada nova que se inicia: estou adaptando A Vida de Pedro Cem, folheto do grande Leandro Gomes de Barros publicado há mais de 100 anos. Trabalho respeitoso: apenas resumindo um pouco a história para futuramente apresentar a estudantes. E viva o cordel nas escolas!
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Catálogo "De São José para o Mundo" (cartões/fotopoemas)
Está pronto o catálogo dos cartões com fotopoemas "De São José para o Mundo".
São cerca de 30 poemas visuais incluindo fotos de andanças pela cidade e pelo mundo.
Pequenos poemas/versos acompanham cada imagem.
Cada cartão, no formato A4 dobrado ao meio, contém um fotopoema na capa e o interior em branco.
Os cartões também podem ser utilizados como pequenos quadros, em moldura 13cm x 18cm.
O preço de lançamento é R$3/unidade.
Peça o catálogo em pdf pelo email: paulobarja@ig.com.br
São cerca de 30 poemas visuais incluindo fotos de andanças pela cidade e pelo mundo.
Pequenos poemas/versos acompanham cada imagem.
Cada cartão, no formato A4 dobrado ao meio, contém um fotopoema na capa e o interior em branco.
Os cartões também podem ser utilizados como pequenos quadros, em moldura 13cm x 18cm.
O preço de lançamento é R$3/unidade.
Peça o catálogo em pdf pelo email: paulobarja@ig.com.br
quinta-feira, 22 de julho de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
Fotopoema
terça-feira, 13 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
Beringela
Pra curar qualquer tristeza,
basta picar beringela,
pimentão de cor vermelha,
também verde e amarela,
alho e cebola a seu gosto,
tudo isso bem disposto
numa travessa ou tigela.
Ponha azeite e leve ao forno;
aguarde, já salivando,
acrescente as azeitonas
e também as passas quando
do forno for retirar;
agora é só degustar
- se quiser, vou ensinando!
Coma quente, com arroz,
ou frio, por cima do pão;
meu amor fez a receita
com carinho e devoção;
fiquei bem alimentado,
sentindo-me renovado
e nutrido de paixão.
basta picar beringela,
pimentão de cor vermelha,
também verde e amarela,
alho e cebola a seu gosto,
tudo isso bem disposto
numa travessa ou tigela.
Ponha azeite e leve ao forno;
aguarde, já salivando,
acrescente as azeitonas
e também as passas quando
do forno for retirar;
agora é só degustar
- se quiser, vou ensinando!
Coma quente, com arroz,
ou frio, por cima do pão;
meu amor fez a receita
com carinho e devoção;
fiquei bem alimentado,
sentindo-me renovado
e nutrido de paixão.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Vou cantar o meu martelo agalopado
Em pesquisa lá no Centro Nacional
de Folclore e Cultura Popular,
quando a lista dos autores fui olhar,
vi meu nome no internético varal.
Junto a tanto cordelista oficial,
o soldado aqui ficou emocionado;
vou agora trabalhar duro e dobrado
pra espalhar cordel por toda essa nação
- faça chuva ou sol, seja inverno ou verão,
vou cantar o meu martelo agalopado.
de Folclore e Cultura Popular,
quando a lista dos autores fui olhar,
vi meu nome no internético varal.
Junto a tanto cordelista oficial,
o soldado aqui ficou emocionado;
vou agora trabalhar duro e dobrado
pra espalhar cordel por toda essa nação
- faça chuva ou sol, seja inverno ou verão,
vou cantar o meu martelo agalopado.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Cartões Joseenses (I)
Começo hoje a disponibilizar por aqui um novo trabalho, de poesia visual - associação entre fotos e pequenos versos, haikais, trechos de poemas ou microcontos.
Esse é, na verdade, o segundo poema visual da série de poemas-cartões que se inicia
(o primeiro virou um quadro que acabei colocando na cozinha aqui de casa):
Esse é, na verdade, o segundo poema visual da série de poemas-cartões que se inicia
(o primeiro virou um quadro que acabei colocando na cozinha aqui de casa):
quinta-feira, 1 de julho de 2010
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