Em pesquisa lá no Centro Nacional
de Folclore e Cultura Popular,
quando a lista dos autores fui olhar,
vi meu nome no internético varal.
Junto a tanto cordelista oficial,
o soldado aqui ficou emocionado;
vou agora trabalhar duro e dobrado
pra espalhar cordel por toda essa nação
- faça chuva ou sol, seja inverno ou verão,
vou cantar o meu martelo agalopado.
Criados por Paulo Barja, os "cordéis joseenses" tratam de histórias e temas diversos, como educação ambiental, política e saúde, incluindo adivinhas e fábulas para crianças de todas as idades. Compostos nas várias formas poéticas do cordel, os folhetos tem por base a mesma proposta: são textos curtos, escritos em linguagem simples, visando uma leitura em voz alta que fale direto ao ouvinte.
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