Varal de Cordéis Joseenses

Contato: prbarja@gmail.com

(Sugestões de temas são bem vindas!)



sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Lançamento: O que os Animais Ensinam

Sempre quis escrever um cordel a partir de uma "notícia fresca de jornal" - compor a partir de um relato jornalístico. Após exercitar as diferentes formas poéticas do cordel, sentia que faltava esse "exercício do espírito", uma vez que essa é uma vertente importante da literatura cordelística. O Mistério do Príncipe de Astúrias teve um pouco esse viés, com o (nada pequeno) detalhe de que as notícias haviam sido originalmente publicadas... em 1916. Há poucos dias, surgiu enfim a motivação para este primeiro Cordel Joseense "jornalístico" - a bela notícia do salvamento de dois filhotes de animais durante a travessia do Rio Mara, na África. Assim nasceu O que os Animais Ensinam - por várias razões, um filhote especialmente querido. Abaixo, a capa e o início do folheto:

Quanto mais escuto histórias
do reino dos animais,
mais percebo que os humanos
não podem se achar “os tais”
pois os bichos dão pra gente
exemplos sensacionais.

O que os animais ensinam
é a solidariedade,
o sentido de justiça,
a união e a lealdade,
coisas que nos fazem falta,
muitas vezes, na cidade.

Na verdade, meus amigos,
o poder da natureza
demonstra-se em atos simples
de extraordinária beleza;
este que vou lhes contar
mostra isso com certeza.

(...)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Cordel saindo do forno

Finalizada a (primeira) parceria com o querido Luiz de Assis Monteiro:
"Cordel dos Valores Tortos"
- a capa está sendo elaborada pela Solange, fiel escudeira do Luiz.
Aguardem!

domingo, 14 de novembro de 2010

Limeira (2)

Manhã de domingo no parque de Limeira. A programação teve cantoria e gente de várias cidades, todos reunidos numa roda de histórias.

O varal de cordéis no parque

Preparando a cantoria de encerramento

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Cordel na Escola (VII) - Limeira (SP)


   A partir de agora, Limeira é a segunda cidade com mais exemplares dos Cordéis Joseenses: atrás apenas da cidade-sede! Foi uma recepção muito boa (obrigado, Madalena e equipe!), num encontro com crianças e contadores de histórias interessados no universo do cordel.

EMEIEF "Profa. Maria Aparecida de Lucca Moore”, local do encontro

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Primeiro folheto em tiragem comercial


Acaba de sair a primeira tiragem comercial (produzida em gráfica) de um "cordel joseense":
A Raposa e os Peixes, lançado com apoio da Escola Avanti. A capa cor-de-rosa marca esta edição. Em breve virão outros, aguardemos!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Cordel novo: Recado aos Pais

O encontro com a equipe do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento)  e com os cordelistas no Ceará foi um estímulo e tanto à produção de novos textos. E foi a partir daí que nasceu o "Recado aos Pais":
GRANDE POVO BRASILEIRO,
PARA OS PAIS MANDO UM RECADO:
NA PESQUISA DO PNUD
É QUE ELE FOI BASEADO
- CHEGA EM FORMA DE CORDEL
PRA SER BEM INTERPRETADO.

A FAMILIA E IMPORTANTE
POR SER PONTO DE PARTIDA
NA CONSTRUÇÃO DOS VALORES
QUE MARCAM A NOSSA VIDA.
DEVE SER REDE DE AFETO
EM TODO INSTANTE DA VIDA.

(...)

domingo, 31 de outubro de 2010

Cordéis em Juazeiro (V) - MOTE

(sobre mote do escritor Moreira de Acopiara, que tanto admiro)

Meu caro amigo poeta
Moreira de Acopiara
o seu verso é coisa rara
mais veloz do que uma seta
mas proposta tão direta
me deixou bem preocupado
sentindo-me pressionado
a mostrar o meu valor
e eu pensava que o senhor
fosse mais bem educado.

Meu amigo, eu lhe agradeço
por essa oportunidade
pois minha maior vontade
é gozar do seu apreço
sei que bem pouco mereço
porém não fique zangado
não quero ser acusado
nem ouvir, perdendo a cor:
“Eu pensava que o senhor
fosse mais bem educado.”


Aceite-me como amigo
vamos no mesmo avião
levantar verso do chão
enfrentar qualquer perigo
e se um dia um inimigo
lhe tratar do jeito errado
eu digo ao cabra safado
o seu mote inspirador:
“Eu pensava que o senhor
 fosse mais bem educado!”

Com parceiros de cordel no Ceará - ao centro, Moreira de Acopiara

sábado, 23 de outubro de 2010

Cordel em Sala de Aula - Janduhi Dantas

Vejam a matéria abaixo:
http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/professor-da-paraiba-da-aulas-de-gramatica-usando-versos-de-cordel/1357364/


Meu amigo Reginaldo
mostrou-me uma reportagem
no Dia do Professor
fazendo justa homenagem
a um homem que, pelos versos,
nos inspira e dá coragem.

No sertão da Paraíba,
o professor Janduhi
ensina usando cordel:
o aluno aprende e sorri.
- Professor, vindo pra cá,
  tem pousada por aqui!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Cordéis em Juazeiro (IV) - UNIÃO


Partilhar experiências exitosas
é um bom jeito de ajudar, andar pra frente.
A poesia fala muito a muita gente:
versos curtos dizem mais que muitas prosas.
Sei que a vida não é sempre um mar de rosas.
Sei que a rosa traz ao menos um espinho.
Sei do espinho, sei das pedras no caminho.
“Conseguimos” é mais belo que “eu consigo”:
Caminhamos todos juntos, meu amigo
- nessa vida não se faz nada sozinho.

As vivências sempre deixam marcas: trago-as
bem no rosto, diz pra mim qualquer espelho.
Muitas vezes, é preciso um bom conselho
para assim vencer enfim antigas mágoas.
Muito já se disse sobre inquietas águas,
mas o Amor transforma a água em puro vinho
e, se o Homem não nasceu pra ser mesquinho,
você há de concordar quando lhe digo:
Caminhamos todos juntos, meu amigo
- nessa vida não se faz nada sozinho.

Ajudar alguém é bom para quem faz,
tanto quanto para quem recebe ajuda.
Se um lugar é violento, a coisa muda
quando as vozes e os exemplos buscam Paz.
O maior desejo que meu canto traz:
que as famílias sejam redes de carinho.
Vai ter festa? Vou chamar o meu vizinho.
É em equipe que se planta e colhe o trigo:
Caminhamos todos juntos, meu amigo
- nessa vida não se faz nada sozinho.


Nessa vida não se faz nada sozinho

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Cordéis em Juazeiro (III) - DIVERSIDADE

(No primeiro dia de trabalho, a proposta foi a criação em grupo de textos falando sobre valores importantes.
Luiz, Rosário, eu e Salete produzimos então o texto abaixo.)


CORDEL DA DIVERSIDADE
(Luiz Monteiro/Maria do Rosário/Paulo R.Barja/Salete M.da Silva)

Meu caro amigo leitor
De toda e qualquer idade
Agora vamos falar
Nesta oportunidade
De um tema muito importante:
Respeito à diversidade.

Em nosso imenso Brasil
Tem gente de todo jeito
Negro, branco e amarelo
Todos merecem respeito
Pois o país é de todos,
E de todos por direito.

Tenha a crença que quiser
Ou religião nenhuma
Sua profissão de fé
Não sofra crítica alguma
Praticando a tolerância
Nossa conversa se apruma.

Respeitando todo o ser
Na sua totalidade
Para viver o prazer
Segundo sua vontade
Não pode haver preconceito
Quanto à sexualidade.

Ande de carro ou a pé
More no campo ou cidade
Tenha ou não algum diploma
Não importa sua idade
Todos devem ser tratados
Na mais completa igualdade.

Silêncio: cordelistas trabalhando

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Cordéis em Juazeiro (II) - A CHEGADA


Chegamos em Juazeiro
bem no começo da tarde,
naquele horário fatídico
em que o sol bem forte arde
e pra matar tanta sede
“só tomano água de barde”

O tempo estava tão quente
naquela hora do dia,
que lá dentro dos botecos
(da rua eu passava e via)
em vez de tomar cachaça
comia-se melancia!

De repente, o motorista,
num posto de combustível
parou, e eu pensei: Mas como?
Tanque vazio? Impossível!
Ele aí deu para a gente
um conselho inesquecível:

- Daqui pra frente, meu povo,
não tem mais nenhum mercado.
Parei para comprar água,
pois o calor é lascado.
Sugiro: façam o mesmo
pra dar conta do recado.

Todo mundo entendeu logo
que era mesmo necessário.
Compramos garrafas d´água,
dava pra encher um armário
- se ali tinha boi, cavalo,
devia é ter dromedário!

Estes versos que registro
só tem por humilde meta
contar os fatos que levam
à conclusão do poeta:
nada substitui na vida
a experiência concreta.


O sertão, visto pela janela

Cordéis em Juazeiro (I)

A viagem a Juazeiro foi uma oportunidade única: encontro com a equipe das Nações Unidas que está finalizando a edição brasileira do Relatório de Desenvolvimento Humano e, melhor de tudo, com um time de cordelistas de primeira (para ver a matéria publicada no site do PNUD, clique aqui).
Foi uma imersão de 3 dias estudando as respostas de 500.000 brasileiros à pergunta

O que precisa ser feito para a sua vida melhorar de verdade?

Trabalhamos sobre as respostas e sobre o texto do relatório, que será o primeiro das Nações Unidas a ser feito em Prosa & Poesia, visando atingir o público mais amplo possível. Colocarei aqui no blog alguns dos versos que nasceram deste rico encontro, já que a ideia é esta: compartilhar!

Os cordelistas e a equipe das Nações Unidas

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

NAÇÕES UNIDAS e os Cordéis Joseenses

No próximo dia 15 de outubro, comemorarei o Dia dos Professores participando de um evento muito especial, significativo...

Fui convidado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para ser um dos escritores do Relatório de Desenvolvimento Humano - 2010... em versão CORDEL!

A proposta é linda: um encontro de cordelistas para transformar o "relatório técnico", normalmente de difícil acesso pela população, em folhetos de cordel acessíveis a toda a população brasileira!

Para mais informações:
http://www.pnud.org.br/educacao/reportagens/index.php?id01=3530&lay=ecu

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Aberta a Exposição de Fotopoemas

Desde minha vinda para São José dos Campos, em 2002, venho fazendo registros fotográficos da cidade. A partir de 2007, esse olhar fotográfico passou a incluir também outras localidades. Com o tempo, surgiu a fusão entre Poesia e Artes Visuais, com a criação de poemas curtos a partir dos registros fotográficos. Boa parte dessa produção se encontra na exposição "Fotopoemas: de São José para o Mundo", aberta à visitação pública em outubro, na Biblioteca Municipal de SJC.

Exposição: "Fotopoemas: de São José para o Mundo"
Local: Biblioteca Municipal Cassiano Ricardo - R. XV de Novembro, 99 - Centro, SJC
Período: de 02 a 30 de outubro de 2010
Horário: 2ª a 6ª das 8h15 às 17h, sábados das 8h15 às 12h45
Telefone: (12) 3921.6330
Para maiores informações sobre o trabalho, visite:

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Nasce o "Príncipe de Asturias"

(ufa...)

Foram quase 4 meses
de madrugadas ao léu
pra (re)compor esta história
e colocar no papel
o navio misterioso
que agora virou cordel:


segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Cordel na Escola (VI)

Sempre na trilha cordelística, participamos também da Mostra Cultural do Colégio Anglo (SJC).


Com a equipe do Anglo: valeu, moçada!

domingo, 26 de setembro de 2010

Cordel na Escola (V)

Depois da verdadeira "homenagem cordelística" na Escola Avanti, partimos para a exposição na Mostra Cultural do Colégio Poliedro (SJC).

sábado, 25 de setembro de 2010

Cordel na Escola - Sarau "Cordéis Joseenses"

O sábado começou bem cedinho, com apresentação dos Cordéis Joseenses na Escola Avanti, em SJC.
Surpresa bonita, que emocionou antes mesmo do início do sarau:
todos os alunos (e professores) uniformizados de Cordéis Joseenses!

A prof. Caren fez a apresentação e, em seguida, contamos um pouco da história dos cordéis, desde a origem na Europa até a chegada e difusão pelas terras brasileiras.


Apresentamos um cordel cantado e, em seguida, as crianças fizeram seus números - muita música boa, do mestre Vinícius de Moraes.
Depois... a prof. Caren passou uma peneira de adivinhas, em forma de poesia!
Crianças e pais se juntaram à brincadeira gostosa das adivinhas (tiradas do cordel joseense De que Bicho Estou Falando).
Após as adivinhas, outro momento especial: crianças, professora e autor apresentaram A Flor Falante para os pais.
Pra encerrar com muito alto astral, faltava só escolher a música. Qual?
Juro que fiquei morrendo de vontade de pedir "Carinhoso", do mestre Pixinguinha. E não é que, de repente, uma das mães começa: "Meu coração... não sei porque..."

Foi muita beleza junta, sabe? Beleza de felicidade
(e, como os Beatles já diziam, "a felicidade é uma arma quente", né?)...



Obrigado aos parceiros queridos de sempre...
e obrigado aos pais e crianças pelas palavras afetuosas
- isso faz a gente ter a certeza de que viver é bom...!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Aqui tem Arte e Cultura (CAC Walmor Chagas)

Poema de divulgação do novo Centro de Artes Cênicas Walmor Chagas
(Jardim da Granja, São José dos Campos)

Sei que a vida é correria,
correria às vezes dura;
precisamos de descanso
pra acalmar dessa loucura:
aqui no Jardim da Granja
também tem Arte e Cultura!

 Quem quiser se Articular
não tem que ir a outra parte:
visite a Rua Netuno
- não vá confundir com Marte! –
aqui no Jardim da Granja
também tem Cultura e Arte!


Venha ao Centro de Artes Cênicas
Walmor Chagas, dê uma canja
pra Teatro, Dança e Música:
a programação se arranja
- também tem Arte e Cultura
aqui no Jardim da Granja!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Pro Neymar


(que ficou chateado porque o técnico não o deixou cobrar 1 pênalti)

Quem nunca se revoltou
não compreende quem erra.
Quem nunca perdeu a calma?
Carneiro bom também berra!
Pra nunca ver confusão,
só indo pra baixo da terra!

domingo, 12 de setembro de 2010

O combinado e o improvisado

(ou "quando o não-lugar vira lugar")

Acabo de chegar de uma apresentação-surpresa: nem eu sabia que aconteceria.
No encerramento do Festivale esgotaram-se os ingressos para a peça "da Lucélia Santos", e muita gente ficou de fora.
Tanto artista pelejando pra juntar público, e tanto público ali sem poder ver o artista!
Não dava pra ficar daquele jeito, pensei.

Conversei com algumas pessoas que não tinham conseguido ingressos, pra saber se teriam interesse em ouvir cordéis. O pessoal topou - animadamente, pra minha alegria.
Esclareço que em nenhum momento houve a ideia de fazer um protesto. O que bateu forte foi a vontade de garantir que as pessoas que foram buscar arte na noite de domingo, naquele espaço, tivessem acesso à arte de alguma forma. 

- Pessoal, já aviso que não tenho nada a ver com a Lucélia Santos, ok? 
(risos). 
Aí perguntei pro povo:
- Pessoal, vamos para a praça ou ficamos aqui mesmo, do lado de fora do Teatro Municipal?
(que fica no último piso de 1 shopping, pra quem não conhece São José dos Campos)
Como o pessoal estava na maioria com carro estacionado no shopping, e como estava frio pra ficar na praça, foi consenso geral ficar por ali.
Então espalhei os cordéis no chão e fui falando um pouco sobre cada um.

A ideia era fazer um self-service, com o próprio público escolhendo o que queria ouvir, mas eu queria tanto "estrear" o cordel mais recente que o pessoal -gentilmente- topou.
Foi uma estreia bem especial. Um público especial, generoso, que foi ver uma coisa mas estava ali, de coração aberto pra arte, pra outras artes.
A apresentação foi breve: parece que a vedação acústica do teatro não era perfeita e os aplausos do lado de fora atrapalharam a apresentação oficial, de dentro do teatro.
Breves momentos de tensão, logo contornados.
O segurança Souza (abraço, meu amigo!) foi muito gentil e tudo se acalmou.

Daí pra frente, continuou uma conversa em roda menor, de pessoas que acreditam no fazer artístico, gente séria, de diferentes idades, envolvida com literatura. Gente apaixonada - bom conversar com gente assim. É desses momentos de encontro apaixonado que nascem ideias, projetos, novos encontros.
Obrigado a todos vocês ali presentes.
Antes de artistas, somos cidadãos.
Antes de cidadãos, parceiros.
Antes de parceiros, irmãos no mundo.

Acho que o episódio de hoje traz uma conclusão muito importante:
ainda que uma grande parte do público seja realmente motivada a sair de casa para ver apresentações com "artistas famosos, globais", esse mesmo público é bastante receptivo para novidades, para apresentações de arte que para eles é nova, desconhecida.
Não se deve, em hipótese alguma, subestimar a cabeça das pessoas. 
Temos, todos nós, muitas fomes.  Fome de Arte, por exemplo. Artes.
E pra quem tem fome, o mais importante não é o local. É o alimento.

"A gente não quer só comida...", como diz a canção dos Titãs.

Só pra finalizar a história, um adendo: depois de tudo isso, enquanto rolava a cerveja numa padaria de bairro (Santana), o atendente -que não nos conhecia- perguntou se a gente morava por ali. Respondi que não: a padaria dele "aconteceu" pra gente, sem nada combinado. Ele então disse uma frase que me arrepiou na hora por resumir a noite, com aquela sabedoria popular genial:
"Ah, o improvisado é quase sempre sempre melhor que o combinado!"
Ah, esse povo sabe das coisas!

Cordel a granel



Lançamento dos Cordéis Joseenses na escola Mater Dei, no dia 11/set/2010.

Na foto, Isabel, garota-propaganda e capista mostrando o trabalho que fez para o folheto da
Flor Falante.

domingo, 5 de setembro de 2010

Dupla


Com a filha (e capista de Cordéis Joseenses), em momento de intervalo durante divulgações cordelísticas em São Francisco Xavier. Tirada no dia do meu aniversário, ganhei a foto de presente - obrigado, Nicolau!