A ideia nasceu da releitura de escritos antigos e do contato com cordéis contendo poemas curtos:
Por que não juntar as duas paixões, sonetos e cordel?
Fazer um cordel de sonetos.
Há cordéis em prosa, cordéis de imagens (Dila, fantástico), cordéis com letras de música...
O plano: organizar os sonetos em ordem cronológica e lançar o primeiro "cordel de sonetos".
Criados por Paulo Barja, os "cordéis joseenses" tratam de histórias e temas diversos, como educação ambiental, política e saúde, incluindo adivinhas e fábulas para crianças de todas as idades. Compostos nas várias formas poéticas do cordel, os folhetos tem por base a mesma proposta: são textos curtos, escritos em linguagem simples, visando uma leitura em voz alta que fale direto ao ouvinte.
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